Pentágono amplia uso de IA em redes militares e firma acordo com mais 4 big techs
O Pentágono expande o uso de inteligência artificial em redes militares classificadas, firmando acordos com quatro novas big techs (Nvidia, Microsoft, Reflection AI e AWS) e buscando substituir a ferramenta Claude da Anthropic após um desentendimento sobre os limites do uso de IA em operações sigilosas.
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01/05 às 09:55
Pontos principais
- O Pentágono firmou acordos com Nvidia, Microsoft, Reflection AI e Amazon Web Services para uso extensivo de IA em redes militares classificadas.
- Essas empresas se juntam a outras como SpaceX, OpenAI e Google, que já tinham acordos semelhantes com o Departamento de Defesa.
- Os acordos visam acelerar a transformação das Forças Armadas dos EUA em uma força de combate focada em IA.
- A iniciativa ocorre após uma ruptura entre o Pentágono e a Anthropic PBC, que se recusou a acatar limites para o uso de sua IA em operações sigilosas.
- O Secretário de Defesa, Pete Hegseth, defendeu o uso de IA pelo departamento, afirmando que humanos tomam as decisões e a IA não é letal.
- O Pentágono busca evitar a dependência de uma única empresa e garantir que as Forças Armadas dos EUA tenham acesso a IA de ponta para lidar com grandes volumes de dados e tomar decisões mais rápidas.
- Críticos alertam sobre os riscos de sistemas de IA imprevisíveis em decisões de vida ou morte, citando erros e viés de automação.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Tim Barrett (porta-voz da AWS)Pete Hegseth (Secretário de Defesa)Cameron Stanley (diretor de IA e tecnologia digital do Pentágono)
Organizações
PentágonoDepartamento de Defesa dos EUANvidia Corp.Microsoft Corp.Reflection AI Inc.Amazon Web Services (AWS)SpaceXOpenAIGoogleAnthropic PBCForças Armadas dos Estados UnidosComando Central dos EUA
Lugares
Vale do SilícioIrã

