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Papa visita prisão na África e ouve gritos de 'liberdade': Guiné Equatorial fechou acordo com Trump para receber imigrantes deportados

O Papa Leão XIV concluiu sua turnê africana na Guiné Equatorial, visitando uma prisão onde detentos clamaram por liberdade, e o país mantém um acordo com o governo Trump para receber imigrantes deportados.

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22/04 às 16:42

Pontos principais

  • O Papa Leão XIV encerrou sua turnê africana na Guiné Equatorial, um dos países mais repressivos da região.
  • Durante visita a uma prisão em Bata, detentos gritaram por 'liberdade' enquanto o Papa pedia esforços para garantir estudo e trabalho aos confinados.
  • A Guiné Equatorial é governada desde 1979 por Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, o presidente mais antigo do mundo.
  • O país fechou um acordo com o governo Trump para aceitar imigrantes deportados, uma situação que ativistas esperavam que o Papa abordasse.
  • Leão XIV, o primeiro papa dos EUA, criticou a desigualdade de riqueza e o despotismo, o que gerou atrito com Donald Trump.
  • O ministro da Justiça da Guiné Equatorial defendeu o tratamento justo dos prisioneiros, apesar das acusações de abusos de direitos humanos.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Papa Leão XIV (papa)Teodoro Obiang Nguema Mbasogo (presidente)Reginaldo Biyogo Mba Ndong Anguesomo (ministro da Justiça)Donald Trump (presidente dos EUA)

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