Oncoclínicas: o que muda após fundo ligado à Latache conquistar maioria no conselho
A Oncoclínicas teve uma mudança significativa em seu conselho de administração, com a maioria agora ligada à gestora Latache Capital, alterando o equilíbrio de poder e as futuras decisões estratégicas da empresa.
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07/05 às 06:30
Pontos principais
- A Oncoclínicas passou por uma reconfiguração do conselho de administração em 30 de abril de 2026, com a maioria ligada ao grupo Latache Capital.
- O fundo Lumen, associado à família Wald e alinhado à Latache, conquistou a maioria no conselho com apoio de outros investidores.
- Marcelo Curti, associado ao grupo vencedor, presidirá o conselho, reforçando a estratégia da Latache.
- A gestora Mak Capital, que buscava controlar o conselho, ficou em minoria e teve um aporte de R$ 500 milhões suspenso.
- A Latache Capital, conhecida por investimentos em situações especiais e reestruturação, terá uma postura ativa na nova fase da Oncoclínicas.
- A mudança concentra o poder de decisão e cria o desafio de encontrar novas fontes de financiamento após a perda do aporte da Mak.
- O novo conselho assume a tarefa de estabilizar a gestão e definir uma direção clara em um cenário de incertezas e desafios financeiros.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Marcelo Curti (presidente do conselho)
Organizações
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