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Oncoclínicas busca impedir interferência do BRB com tutela antecipada

A Oncoclínicas obteve uma tutela antecipada que impede o Banco de Brasília (BRB) de interferir na gestão ou governança dos fundos detentores de suas ações e de dispor sobre as cotas e ativos desses fundos.

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03/03 às 12:05

Pontos principais

  • A Oncoclínicas (ONCO3) conseguiu uma tutela antecipada contra o Banco de Brasília (BRB).
  • A decisão impede o BRB de fazer mudanças na gestão ou governança dos FIPs que detêm ações da Oncoclínicas.
  • O BRB também está impedido de dispor sobre as cotas e ativos desses fundos.
  • O BRB possui 8,68% das ações da Oncoclínicas, totalizando 98,3 milhões de ações.
  • A decisão judicial é liminar e não representa um desfecho definitivo, estando sujeita a recursos.
  • As cotas da Oncoclínicas detidas pelo Banco Master foram transferidas para o BRB após liquidação extrajudicial.
  • As ações da Oncoclínicas caíram 2,7% no pregão de terça-feira, cotadas a R$2,49.

Mencionado nesta matéria

Organizações

Oncoclínicas (ONCO3)Banco de Brasília (BRB)Banco MasterFIPs QuironFIPs Tessalia