“Não se vende Bitcoin”: analistas falam em oportunidade, mas alertam para timing
Analistas financeiros defendem o Bitcoin como um ativo estratégico de longo prazo para carteiras equilibradas, alertando contra o trading de curto prazo e destacando a importância da acumulação gradual e da custódia própria.
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28/03 às 10:10
Pontos principais
- Alexandre Stormer, da Liberta, afirma que "não se vende Bitcoin", considerando-o um ativo fundamental para uma carteira equilibrada e de longo prazo.
- Stormer observa que investidores institucionais estão acumulando Bitcoin, enquanto o varejo vende, o que historicamente precede movimentos de alta.
- Ele alerta sobre a alta volatilidade do Bitcoin, desaconselhando o trading de curtíssimo prazo e sugerindo a estratégia de dollar cost averaging (DCA).
- Guilherme Gomes, CEO da Orange BTC, reforça a visão de que o Bitcoin é um ativo mal compreendido, com potencial para se consolidar como reserva de valor global.
- Gomes destaca a escassez programada do Bitcoin (limite de 21 milhões de unidades) e a resiliência de sua essência mesmo com a integração ao sistema financeiro tradicional.
- O debate também aborda as formas de exposição ao Bitcoin, com Gomes defendendo a custódia própria (cold storage) como a mais "pura" e segura, apesar de exigir maior responsabilidade do investidor.
- Alternativas como ETFs são mencionadas, oferecendo exposição ao preço, mas com a desvantagem de abrir mão da custódia direta e assumir riscos de terceiros.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Alexandre Stormer (trader e sócio-fundador da Liberta)Guilherme Gomes (CEO da Orange BTC)
Organizações
LibertaXPOrange BTC
Lugares
São PauloTransamerica Expo Center
