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MP-SC diz que cão Orelha não morreu por agressão e pede arquivamento do caso

O Ministério Público de Santa Catarina pediu o arquivamento do caso sobre a morte do cão Orelha, concluindo, após análise de provas, que o animal faleceu por causas naturais e não por agressões humanas.

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13/05 às 09:26

Pontos principais

  • O MP-SC concluiu que não houve agressão contra o cão Orelha, apontando que o animal sofria de uma infecção óssea crônica (osteomielite).
  • Análises de imagens de monitoramento revelaram inconsistências temporais que descartaram a presença do adolescente suspeito no mesmo local que o cão.
  • Laudos periciais realizados após a exumação do corpo não encontraram fraturas ou lesões compatíveis com ação humana.
  • As investigações sobre o cão Caramelo também foram encerradas, descartando a hipótese de tentativa de afogamento pelos adolescentes.
  • O inquérito que apurava suposta coação de testemunhas por familiares dos adolescentes também foi arquivado pela Justiça.
  • O Ministério Público afirmou que a tese de maus-tratos foi impulsionada por boatos e narrativas em redes sociais, levando a uma conclusão precipitada da polícia.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Ulisses Gabriel (ex-delegado-geral do Estado)

Organizações

Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC)Polícia Civil

Lugares

Praia BravaFlorianópolisSanta Catarina