'Miramos no risco sanitário, acertamos na geopolítica', diz CFO da Minerva
O CFO da Minerva, Edison Ticle, destaca que a diversificação geográfica da empresa na América do Sul permite mitigar riscos sanitários e geopolíticos, aproveitando cotas de exportação favoráveis.
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15/05 às 14:43
Pontos principais
- A Minerva utiliza plantas na Argentina, Uruguai e Colômbia para gerenciar riscos de tarifas e restrições sanitárias.
- Acordos comerciais favoráveis, como o da Argentina com os EUA, beneficiam a estratégia de exportação da companhia.
- O Brasil é visto por investidores estrangeiros como um possível vencedor no cenário global devido à falta de opções alternativas.
- Mercados emergentes estão voltando a atrair alocações após um período de baixa popularidade nos últimos anos.
- A empresa busca flexibilidade operacional para lidar com a volatilidade e incertezas do mercado internacional.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Edison Ticle (CFO da Minerva)
Organizações
MinervaJ&F
Lugares
BrasilArgentinaUruguaiColômbiaChinaEstados Unidos
