Mascote do TSE, Pilili vira alvo de nova onda de ataques às urnas eletrônicas
O lançamento da mascote Pilili pelo Tribunal Superior Eleitoral para as Eleições 2026 gerou uma nova onda de ataques e desinformação nas redes sociais contra a integridade das urnas eletrônicas.
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12/05 às 15:35
Pontos principais
- O TSE apresentou a mascote Pilili para promover a participação popular nas eleições de 2026.
- O nome da mascote faz referência ao som emitido pela urna eletrônica no momento da confirmação do voto.
- Críticos nas redes sociais utilizam o lançamento para questionar a credibilidade do sistema eleitoral brasileiro.
- A ministra Cármen Lúcia defendeu a segurança das urnas, destacando que não há registros de fraude desde 1996.
- O ex-deputado Arthur do Val e outros perfis nas redes sociais alegam que a mascote seria uma tentativa de desviar o foco de uma crise institucional.
- Especialistas reiteram que as urnas não possuem conexão com a internet, impossibilitando ataques externos via rede.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Cármen Lúcia (ministra e presidente do TSE)Nunes Marques (ministro do TSE)Julio Valente (secretário de Tecnologia da Informação do TSE)Jair Bolsonaro (ex-presidente)Mauro Cid (auxiliar direto de Bolsonaro)Arthur do Val (ex-deputado estadual)Vitor Marchetti (cientista político e professor da UFABC)
Organizações
Tribunal Superior Eleitoral (TSE)Polícia FederalGrupo GloboUniversidade Federal do ABC (UFABC)
Lugares
BrasilPalácio do Planalto

