“Latam proxy”: por que o Brasil virou porta de entrada dos gringos em emergentes
O Brasil se tornou um destino atrativo para investidores internacionais em mercados emergentes, sendo chamado de "Latam proxy", enquanto preocupações com o private credit e a disrupção da inteligência artificial também são discutidas.
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25/03 às 18:25
Pontos principais
- O Brasil é visto como um "Latam proxy" por investidores estrangeiros, atraindo capital em meio a incertezas globais e conflitos no Oriente Médio.
- Lucas Collazo, após reuniões em Nova York, e Leonardo Linhares, da SPX Capital, confirmam o fluxo de capital para o Brasil.
- A lógica estrutural do Brasil como exportador de petróleo o protege de choques diretos de abastecimento, diferente de outros mercados.
- Eleições presidenciais na Colômbia, Peru e Brasil são vistas como potenciais catalisadores políticos para investidores.
- Há um alerta sobre o risco do private credit global, comparado ao subprime, devido à disrupção de modelos de negócio por inteligência artificial.
- A IA está gerando eficiência e corte de custos em empresas, mas também pode desvalorizar investimentos feitos em empresas de tecnologia financiadas por private credit.
- Gestores descrevem o mercado como um pêndulo entre guerra e negociação, destruição de valor e ganho de produtividade, exigindo objetividade dos investidores.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Donald TrumpLucas CollazoLeonardo Linhares (head de Ações da SPX Capital)Andrew Reider (sócio e gestor do WHG Long Biased)Christian Keleti (CEO da Alpha Key)Larry FinkJamie Dimon (CEO do JPMorgan)
Organizações
SPX CapitalWHG Long BiasedAlpha KeyJPMorganMorgan StanleyLyftBR Partners
Lugares
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