Judocas brasileiras superam preconceito e inspiram jovens atletas
As judocas brasileiras Rafaela Silva e Jéssica Pereira compartilham suas experiências de superação de preconceitos de gênero e sociais no esporte, inspirando jovens atletas e destacando a evolução do judô feminino no Brasil e no mundo.
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15/03 às 10:49
Pontos principais
- Rafaela Silva e Jéssica Pereira, da seleção brasileira de judô, participaram de um evento sobre equidade de gênero e desenvolvimento social.
- Elas debateram sobre suas carreiras, dificuldades no esporte de alto rendimento e os preconceitos sociais e de gênero enfrentados.
- O judô é o esporte que mais rendeu medalhas olímpicas ao Brasil, com três ouros femininos: Sarah Menezes (2012), Rafaela Silva (2016) e Beatriz Souza (2024).
- Rafaela Silva conheceu o judô aos 5 anos em um projeto social na Cidade de Deus, enquanto Jéssica Pereira iniciou aos 7 para fugir da violência na Ilha do Governador.
- Ambas as atletas destacam a importância de serem inspiração para novas gerações e a mudança no cenário do judô feminino, que antes tinha menos oportunidades.
- A Federação Internacional de Judô tem promovido o desenvolvimento da categoria feminina, incluindo a competição por equipes mistas desde 2017.
- Rafaela Silva, aos 33 anos, planeja continuar competindo e já observa um aumento na presença de atletas femininas, visando as Olimpíadas de 2028.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Rafaela Silva (judoca brasileira)Jéssica Pereira (judoca brasileira)Sarah Menezes (judoca)Beatriz Souza (judoca)Camila Dantas (gerente de comunicação da Confederação Brasileira de Judô)Mayra Aguiar (ex-judoca)Rebeca Andrade (ginasta)Mariana Tokarnia (jornalista)
Organizações
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)Confederação Brasileira de Judô (CBJ)Federação Internacional de Judô
Lugares
Cidade de DeusRio de JaneiroIlha do GovernadorMorro do DendêJapãoGeórgiaAzerbaijãoUzbequistãoLondresTóquioLos Angeles
