Jaques Wagner diz que rejeição de Messias foi usada para dar ‘cassetada’ em Lula
Jaques Wagner, líder do governo no Senado, afirmou que a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF foi uma manobra política para atacar o presidente Lula e revelou que sua relação com Davi Alcolumbre ficou estremecida após a votação.
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06/05 às 15:59
Pontos principais
- Jaques Wagner (PT-BA) declarou que a rejeição de Jorge Messias ao STF foi usada para atingir politicamente o presidente Lula.
- A sabatina de Messias, segundo Wagner, transformou-se em uma disputa política contra o governo, e não em uma análise de qualificação.
- Wagner afirmou que a relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ficou "muito estremecida" após a votação.
- O senador defendeu Messias, chamando-o de "ser humano maravilhoso" e alvo de "ódio" político.
- O governo tenta reconstruir pontes com Alcolumbre, com o ministro José Múcio Monteiro se reunindo com o presidente do Senado.
- Wagner associou a crise à preferência de Alcolumbre pelo nome de Rodrigo Pacheco para a vaga no Supremo.
- Aliados de Lula atribuem a Alcolumbre um papel decisivo na articulação que levou à rejeição de Messias.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Jaques Wagner (líder do governo no Senado)Jorge Messias (advogado-geral da União)Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)Davi Alcolumbre (presidente do Senado)José Múcio Monteiro (ministro da Defesa)Rodrigo Pacheco (ex-presidente do Senado)
Organizações
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Lugares
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