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Guerra no Oriente Médio: governo vai monitorar mercado de combustíveis

O governo brasileiro, através do MME, criou uma Sala de Monitoramento do Abastecimento para acompanhar o mercado de combustíveis e mitigar riscos devido ao conflito no Oriente Médio, enquanto a Senacon solicitou ao Cade investigação sobre aumentos de preços.

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11/03 às 08:05

Pontos principais

  • O Ministério de Minas e Energia (MME) estabeleceu uma Sala de Monitoramento do Abastecimento para acompanhar diariamente o mercado de combustíveis.
  • A iniciativa visa intensificar o monitoramento das cadeias de suprimento globais de derivados de petróleo e preços, em resposta ao Conflito no Oriente Médio.
  • O objetivo é identificar riscos ao abastecimento e coordenar medidas para preservar a segurança energética do país.
  • Apesar da instabilidade, a exposição direta do Brasil ao conflito é considerada limitada, sendo o país exportador de petróleo bruto.
  • A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) solicitou ao Cade que investigue aumentos recentes nos preços dos combustíveis em quatro estados e no Distrito Federal.
  • Sindicatos de postos de combustíveis justificaram os aumentos pela alta do preço internacional do petróleo, associada ao conflito.
  • A Petrobras, até o momento, não anunciou aumento nos preços praticados em suas refinarias.

Mencionado nesta matéria

Organizações

Ministério de Minas e Energia (MME)Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon)Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)Sindicombustíveis-DFSindicombustíveis BahiaSindipostos-RNMinaspetro-MGSulpetro-RSPetrobras

Lugares

Oriente MédioBrasilGolfo PérsicoDistrito Federal