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Governo Trump pode ter que liberar vistos para ex-membros da Guarda Revolucionária para Irã jogar a Copa do Mundo; entenda

A Federação de Futebol do Irã condicionou sua participação na Copa do Mundo de 2026 à concessão de vistos americanos para jogadores que serviram na Guarda Revolucionária Islâmica, organização classificada pelos EUA como terrorista.

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09/05 às 17:00

Pontos principais

  • O Irã exige vistos americanos para jogadores como Mehdi Taremi e Ehsan Hajsafi, que possuem histórico militar na Guarda Revolucionária Islâmica.
  • O governo dos EUA impõe restrições de entrada para indivíduos com vínculos com a IRGC, considerada uma organização terrorista pelo país.
  • O presidente da federação iraniana, Mehdi Taj, apresentou dez condições para a participação da seleção no torneio, incluindo garantias de segurança e respeito aos símbolos nacionais.
  • O secretário de Estado americano, Marco Rubio, indicou que os jogadores são bem-vindos, mas manteve ressalvas sobre a entrada de membros com vínculos militares.
  • A tensão diplomática ocorre em meio a confrontos navais recentes entre navios iranianos e forças americanas no Golfo Pérsico.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Donald Trump (Presidente dos Estados Unidos)Mehdi Taremi (Atacante da seleção do Irã)Ehsan Hajsafi (Defensor da seleção do Irã)Mehdi Taj (Presidente da Federação de Futebol do Irã)Marco Rubio (Secretário de Estado dos EUA)Mojtaba Khamenei (Aiatolá)

Organizações

Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC)Federação de Futebol do Irã (FFIRI)FIFADepartamento de Estado dos EUAComando Central dos EUAFars NewsTasnim

Lugares

IrãEstados UnidosMéxicoCanadáBushehrGolfo PérsicoEstreito de OrmuzTeerã