Gasolina alivia IPCA, mas inflação acumulada pressiona teto com alimentos e serviços
O IPCA de abril de 2026 registrou alta de 0,67%, desacelerando em relação a março, mas a inflação acumulada em 12 meses atingiu 4,39%, pressionada por alimentos e serviços.
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12/05 às 11:49
Pontos principais
- A desaceleração do índice em abril foi impulsionada principalmente pela queda nos preços da gasolina e passagens aéreas.
- Os grupos de Alimentação e bebidas e Saúde e cuidados pessoais foram os principais responsáveis pela pressão inflacionária no mês.
- Analistas apontam uma 'piora qualitativa' no índice, com serviços subjacentes apresentando alta persistente.
- O cenário de incertezas geopolíticas no Oriente Médio e a demanda interna aquecida mantêm as expectativas de inflação pressionadas.
- Instituições financeiras revisam suas projeções para a taxa Selic, com o mercado debatendo o limite do ciclo de cortes de juros pelo Copom.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Leonardo Costa (economista do ASA)José Fernando Gonçalves (gerente do IPCA)Sara Paixão (analista da InvestSmart XP)Alberto Ramos (economista do Goldman Sachs)Caio Megale (economista da XP)Natalie Victal (economista-chefe da SulAmérica Investimentos)
Organizações
IBGEXPASAGoldman SachsItaúBradescoANPCopomBanco CentralSulAmérica Investimentos
Lugares
BrasilOriente Médio

