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Fragilidade dos cofres do DF remonta a 2015 e foi agravada por crise do BRB, diz estudo da UnB

Um estudo da UnB revela que a fragilidade fiscal do Distrito Federal, que remonta a 2015, foi severamente agravada pela crise envolvendo o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Master, podendo gerar um impacto bilionário nas contas públicas.

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28/04 às 00:00

Pontos principais

  • A fragilidade dos cofres do DF começou em 2015 e foi intensificada pela crise do BRB com o Banco Master, segundo estudo da UnB.
  • O relatório do ObservaDF analisa as contas públicas do DF entre 2015 e 2024, destacando problemas de fluxo de caixa apesar do baixo endividamento.
  • O DF consome quase toda a sua receita, limitando investimentos e a capacidade de resposta a choques econômicos, como o da crise do BRB.
  • A crise pode gerar um impacto fiscal bilionário devido a operações problemáticas, necessidade de capitalizar o BRB e a pressão sobre as contas públicas como acionista controlador.
  • Durante o governo Rollemberg (2015-2018), o DF enfrentou uma crise fiscal com déficit de R$ 6,5 bilhões em 2015.
  • Em 2024, o DF registrou o quarto pior resultado do país em disponibilidade de caixa líquida, e a situação se agravou em 2026 com decretos de corte de gastos.
  • A capital federal possui disponibilidade de caixa negativa e poupança corrente próxima de zero, sem margem para absorver um possível rombo de até R$ 13 bilhões do BRB.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Ibaneis Rocha (governador)Miriam LeitãoRodrigo Rollemberg (governador)Agnelo Queiroz (governador)Celina Leão (governadora)

Organizações

Universidade de Brasília (UnB)ObservaDFBanco de Brasília (BRB)Banco MasterAgência BrasíliaTesouro Nacional

Lugares

Distrito Federal (DF)Palácio do BuritiBrasil