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FII de energias limpas ajusta estratégia e mira menor risco; o que muda?

O fundo imobiliário SNEL11, focado em energias limpas, ajustou sua estratégia para priorizar a aquisição de ativos operacionais de energia solar, buscando menor risco e maior previsibilidade de fluxo de caixa.

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17/03 às 08:58

Pontos principais

  • O FII SNEL11 (Suno Energias Limpas) mudou sua estratégia de investimento de desenvolvimento de projetos para aquisição de ativos operacionais de geração distribuída de energia solar.
  • A mudança visa reduzir riscos, já que o custo de desenvolver ativos se aproximou do custo de comprar ativos prontos, mas com risco de desenvolvimento muito maior.
  • Incertezas regulatórias e operacionais na conexão de usinas à rede elétrica também contribuíram para a priorização de ativos já em funcionamento.
  • A gestão do fundo busca aumentar a previsibilidade do fluxo de caixa, essencial para investidores que dependem da renda gerada pelos FIIs.
  • O fundo, com patrimônio próximo a R$ 1 bilhão, conta com mais de 100 profissionais para monitoramento e gestão operacional dos ativos.
  • A profissionalização do setor de geração distribuída revelou que a administração de usinas não é trivial, exigindo operação, manutenção e segurança especializadas.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Guilherme Barbieri (head de infraestrutura da Suno Asset)Tiago Reis (fundador do Grupo Suno)

Organizações

Suno Energias Limpas (SNEL11)Suno AssetGrupo SunoInfoMoney