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Fachin diz que 'distanciamento de partes e interesses em jogo' é fundamental no Judiciário

O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu a necessidade de distanciamento de partes e interesses políticos nas decisões do Judiciário, em meio a debates sobre o pagamento de remunerações acima do teto constitucional.

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10/03 às 10:12

Pontos principais

  • Edson Fachin, presidente do STF, enfatizou a importância do distanciamento de partes e interesses políticos para a imparcialidade do Judiciário.
  • A declaração foi feita na abertura de uma reunião com presidentes de Tribunais Superiores e de segunda instância.
  • Fachin afirmou que a imparcialidade não é frieza, mas a condição para a justiça social e equidade.
  • A reunião aborda o debate sobre o pagamento de remunerações acima do teto constitucional, os chamados "penduricalhos".
  • "Penduricalhos" são verbas indenizatórias e gratificações que, somadas ao salário, podem gerar "supersalários" acima do teto de R$ 46.366,19.
  • O ministro reconheceu que o Judiciário vive um momento de "tensão" e pediu serenidade e firmeza aos magistrados.
  • Ele ressaltou que as decisões devem ser fundamentadas na lei, transparentes e capazes de resistir ao exame público.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Edson Fachin (presidente do Supremo Tribunal Federal)

Organizações

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