Estrategista líder no Goldman diz que ações exibem sinais iguais aos da crise de 2008
Um estrategista do Goldman Sachs alerta que o mercado de ações exibe sinais semelhantes aos da crise de 2008, com prêmios de risco reduzidos e avaliações elevadas globalmente, sugerindo uma possível correção, embora sem prever um mercado em baixa prolongado.
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09/03 às 05:00
Pontos principais
- Peter Oppenheimer, do Goldman Sachs, alerta que os prêmios de risco das ações estão em níveis pré-crise de 2008, tornando o mercado vulnerável.
- As avaliações das ações estão elevadas não apenas nos EUA, mas em todas as regiões do mundo, acima das médias históricas.
- Oppenheimer previu em 2024 que as ações americanas estavam caras e recomendou diversificação internacional, o que se mostrou acertado.
- Ele aponta a inteligência artificial como um possível risco de bolha, comparando o cenário atual a ciclos especulativos passados.
- Apesar dos riscos, Oppenheimer não prevê uma baixa prolongada, citando balanços saudáveis do setor privado e crescimento do PIB dos EUA.
- A incerteza geopolítica e a ansiedade em relação à IA são consideradas ventos contrários significativos para os ativos de risco.
- Recomenda-se ampla diversificação geográfica, setorial e de fatores para os investidores.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Peter Oppenheimer (estrategista-chefe global de ações do Goldman Sachs)Sharon BellGuillaume JaissonGiovanni Ferrannini
Organizações
Goldman SachsFortune Media IP Limited
Lugares
Wall StreetEstados UnidosOriente Médio
