Estrangeiros impulsionam Petrobras, mas gestores alertam para risco do petróleo
Apesar do impulso do capital estrangeiro na Petrobras devido ao petróleo, gestores alertam para o risco da dependência de fluxos passivos e defendem a manutenção de filosofias de investimento sólidas, inspiradas em Buffett, diante da volatilidade do mercado e da busca por refúgio em mercados emergentes como o Brasil.
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04/05 às 18:04
Pontos principais
- A Petrobras (PETR4) está sendo impulsionada por capital estrangeiro passivo, que entra via índices, beneficiando-se da alta do petróleo.
- Gestores como Cesar Paiva e Pedro Gonzaga alertam para o risco de o preço do petróleo retornar a patamares históricos mais baixos (US$ 50-60).
- Especialistas recomendam manter a filosofia de investimento focada em empresas bem geridas e com lucros crescentes, em vez de seguir ondas temporárias.
- A deterioração institucional em mercados maduros, como os EUA, leva investidores globais a diversificar para mercados como o Brasil, visto como uma alternativa viável.
- A resiliência de empresas e instituições brasileiras, após sucessivas crises, cria uma janela de oportunidade para o capital que busca ativos reais.
- A lição de Warren Buffett sobre não perder dinheiro e a importância da preservação do capital são reforçadas em um mercado volátil.
- O futuro do evento da Berkshire Hathaway em Omaha deve se tornar mais técnico e focado em investidores de valor após a saída de Buffett do palco.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Cesar Paiva (gestor da Real Investor)Pedro Gonzaga (gestor da Mantaro Capital)Lucas Collazo (apresentador do podcast Stock Pickers)Warren Buffett
Organizações
PetrobrasReal InvestorMantaro CapitalBerkshire HathawayAppleVale
Lugares
Oriente MédioEstados UnidosBrasilOmaha

