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Empresários reclamam que comércio entre Colômbia e Equador despencou com tarifas

Empresários da fronteira entre Colômbia e Equador reclamam da queda drástica no comércio devido às altas tarifas impostas pelos governos de Daniel Noboa e Gustavo Petro, que entraram em vigor esta semana.

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01/05 às 18:49

Pontos principais

  • O fluxo de mercadorias entre Colômbia e Equador despencou devido à imposição de altas tarifas comerciais.
  • O presidente equatoriano Daniel Noboa implementou uma tarifa de 100%, enquanto a Colômbia, sob Gustavo Petro, aplicou tarifas diferenciadas de 35%, 50% e 75% sobre produtos equatorianos.
  • Noboa justificou as medidas por um déficit comercial com a Colômbia e a falha no combate ao tráfico de drogas, acusações que Petro nega.
  • Empresários expressam preocupação com a paralisação do comércio e o risco de aumento do contrabando e desemprego.
  • O governo equatoriano afirma que as tarifas iniciais geraram um superávit comercial com a Colômbia pela primeira vez na história.
  • Líderes empresariais locais criticam a situação, atribuindo-a a "egos inflados" dos presidentes e alertando para o impacto devastador na economia fronteiriça.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Daniel Noboa (presidente equatoriano)Gustavo Petro (presidente da Colômbia)Carlos Bastidas (chefe da Associação de Transporte Pesado de Carchi)Ivan Florez (diretor da Câmara de Comércio de Ipiales)

Organizações

ReutersAssociação de Transporte Pesado de CarchiCâmara de Comércio de Ipiales

Lugares

ColômbiaEquadorCarchiQuitoBogotáIpialesPonte Internacional de Rumichaca