“Em cinco anos, cripto não será nosso negócio principal”, diz CEO da Bitget
A CEO da Bitget, Gracy Chen, revela a estratégia da empresa para se tornar uma "Universal Exchange" (UEX), focando na tokenização de ativos do mundo real e prevendo que, em cinco anos, as criptomoedas não serão mais o negócio principal da corretora, mas sim a integração com o mercado financeiro tradicional.
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28/02 às 05:00
Pontos principais
- A Bitget, sexta maior exchange do mundo, planeja uma transição para se tornar uma "Universal Exchange" (UEX), integrando ativos do mundo real (RWA) como ações e commodities em blockchain.
- Gracy Chen, CEO da Bitget, projeta que até 2030, 40% da negociação global de ações poderá ocorrer via infraestrutura cripto, impulsionada pela tokenização e uso de stablecoins.
- A tokenização é vista como a principal engrenagem financeira da próxima década, oferecendo agilidade, menor custo e maior eficiência de capital.
- A Bitget busca capturar a liquidez que migrará do mercado tradicional para o cripto, reconhecendo que o negócio puramente cripto está encolhendo com a chegada de ETFs e grandes fundos.
- A empresa já é a maior distribuidora da Ondo, líder em ações americanas tokenizadas, contribuindo com 90% do seu volume.
- O Brasil é considerado um mercado prioritário para a Bitget na América Latina, com expectativa de oferta de ações tokenizadas em breve.
- A parceria de marketing esportivo com Lionel Messi antes da Copa do Mundo de 2022 foi um "golpe de sorte" que elevou significativamente a marca Bitget.
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Pessoas
Gracy Chen (CEO da Bitget)Cathie Wood ('guru da inovação')Lionel Messi
Organizações
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