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Dinamarca enviou tropas para defender Groenlândia após prisão de Maduro temendo invasão dos Estados Unidos

A Dinamarca enviou tropas e suprimentos para a Groenlândia em janeiro, temendo uma invasão dos EUA após a prisão de Nicolás Maduro na Venezuela, com planos de resistência e até de explodir pistas de pouso.

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20/03 às 09:41

Pontos principais

  • A Dinamarca enviou um regimento do Exército e tropas de elite para a Groenlândia em janeiro, temendo uma invasão dos Estados Unidos.
  • A mobilização militar foi uma reação à operação dos EUA na Venezuela, que resultou na captura do então presidente Nicolás Maduro.
  • Um representante das Forças Armadas dinamarquesas afirmou que a ação foi motivada pelas repetidas declarações de Donald Trump sobre a compra da Groenlândia e a instabilidade na Venezuela.
  • Sob o pretexto do exercício da OTAN "Arctic Endurance", soldados dinamarqueses, alemães, franceses e suecos foram enviados, mas a mobilização era real, não apenas um exercício.
  • Suprimentos de sangue e explosivos foram enviados, e havia planos para explodir pistas de pouso em Nuuk e Kangerlussuaq para impedir o pouso de aeronaves militares americanas.
  • Trump retirou as ameaças de invasão violenta após uma reunião com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, em janeiro.
  • Em fevereiro, a OTAN lançou a missão Sentinela do Ártico para reforçar a segurança na região, com participação dinamarquesa e americana.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Nicolás Maduro (ex-presidente da Venezuela)Donald Trump (presidente dos EUA)Mark Rutte (secretário-geral da Otan)

Organizações

Exército da DinamarcaDR (emissora dinamarquesa)Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan)Forças Armadas da Alemanha (Bundeswehr)União Europeia (UE)

Lugares

DinamarcaGroenlândiaEstados UnidosVenezuelaNuukKangerlussuaqAlemanhaFrançaSuéciaIrã