Dinamarca enviou explosivos à Groenlândia para destruir pistas de pouso em caso de invasão dos EUA
A Dinamarca enviou explosivos e suprimentos para a Groenlândia em janeiro de 2026 para destruir pistas de pouso e impedir uma possível invasão dos EUA, liderados pelo presidente Donald Trump, que buscava anexar a ilha rica em minerais.
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20/03 às 10:09
Pontos principais
- A Dinamarca enviou explosivos para a Groenlândia para destruir pistas de pouso em Nuuk e Kangerlussuaq, visando impedir uma possível invasão militar dos EUA.
- O plano de contingência dinamarquês foi uma resposta à ameaça de anexação da Groenlândia pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que via a ilha como um ativo estratégico e mineral.
- Além de explosivos, as forças armadas dinamarquesas enviaram suprimentos de sangue, preparando-se para um possível combate militar.
- A tensão aumentou após um ataque à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro, o que alertou as autoridades dinamarquesas sobre as intenções expansionistas de Trump.
- Aliados europeus como França, Alemanha, Noruega e Suécia enviaram tropas para o norte da Groenlândia para dissuadir uma ação hostil dos EUA, irritando Trump.
- A crise pareceu diminuir durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, onde Trump descartou o uso da força e anunciou que buscaria um acordo com a Dinamarca.
- A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, enfatizou a importância de fortalecer os laços com aliados europeus diante da situação geopolítica mais difícil desde a Segunda Guerra Mundial.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Donald Trump (presidente dos EUA)Nicolás MaduroMette Frederiksen (premiê dinamarquesa)
Organizações
Força Aérea dos EUAOTANDR (emissora pública dinamarquesa)Financial TimesFórum Econômico Mundial
Lugares
DinamarcaGroenlândiaEstados UnidosOriente MédioPittufikNuukKangerlussuaqÁrticoVenezuelaFrançaAlemanhaNoruegaSuéciaDavosIrã
