Departamento de Justiça dos EUA diz que denúncias de agressão sexual contra Trump ficaram de fora dos arquivos de Epstein por engano, afirma jornal
O Departamento de Justiça dos EUA admitiu que denúncias de agressão sexual contra Donald Trump foram erroneamente excluídas dos arquivos de Jeffrey Epstein, gerando críticas pela divulgação de provas que expõem vítimas.
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06/03 às 11:32
Pontos principais
- O Departamento de Justiça dos EUA divulgou novos documentos do caso Jeffrey Epstein que haviam sido retidos por engano, incluindo arquivos do FBI com denúncias contra Donald Trump.
- Uma revisão interna identificou que 15 documentos mencionando Trump foram incorretamente classificados como duplicados, permitindo sua retenção ou edição.
- O "The New York Times" apontou que a maioria dos registros de uma denúncia de agressão sexual contra Trump, de 2019, não consta nos arquivos divulgados.
- A denúncia de 2019, feita por uma mulher, acusava Epstein e Trump de agressão sexual nos anos 1980, quando ela era menor de idade, mas não avançou juridicamente.
- Apenas um dos quatro resumos de entrevistas do FBI relacionados à denúncia contra Trump foi divulgado, e as anotações originais das entrevistas com a denunciante também estão ausentes.
- O Departamento de Justiça justificou a retenção de documentos como confidenciais, duplicados ou relacionados a uma "investigação federal em curso".
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Donald Trump (presidente)Jeffrey Epstein
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Estados Unidos
