Nuvens escuras, protestos e renúncias ofuscam o início da 61ª Bienal de Veneza
A 61ª Bienal de Veneza começou sob um clima de tensão política, protestos e renúncias, com o pavilhão russo fechado e crescentes críticas à inclusão de Israel, apesar de um momento de alívio proporcionado por uma gaivota.
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05/05 às 15:02
Pontos principais
- A 61ª Bienal de Veneza teve um início marcado por mau tempo, tensões políticas e protestos.
- O pavilhão russo permaneceu fechado, e houve crescente indignação pela inclusão de Israel.
- A artista britânica Lubaina Himid apresentou obras que abordam o passado colonial do Reino Unido.
- A vernissage foi dominada por eventos políticos e sociais, além das exposições de arte.
- Um momento de leveza foi notado com a presença de uma gaivota aninhada.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Lubaina Himid (artista britânica)
Lugares
VenezaReino UnidoRússiaIsrael

