Tratamento dinamarquês de mãe groenlandesa pode ser 'discriminação étnica', diz ONU
A ONU alertou a Dinamarca que o tratamento de uma mãe groenlandesa, cujo bebê foi retirado após testes de competência parental controversos, pode constituir discriminação étnica.
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01/05 às 01:00
Pontos principais
- A ONU enviou uma carta ao governo dinamarquês sobre o caso de uma mulher inuíte.
- O tratamento da mãe groenlandesa pode ser 'discriminação étnica', segundo a ONU.
- A filha de Keira Alexandra Kronvold, Zammi, foi retirada dela duas horas após o nascimento em novembro de 2024.
- A remoção ocorreu após Kronvold ser submetida a testes psicométricos de 'competência parental' (FKU).
- Foi dito a Kronvold que o teste era para verificar se ela era 'civilizada o suficiente'.
- Os testes de competência parental (FKU) são agora proibidos.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Keira Alexandra KronvoldZammi
Organizações
Nações Unidas (ONU)
Lugares
DinamarcaGroenlândia

