Copel alia risco limitado a bons dividendos e tem preço-alvo elevado pelo JPMorgan
O JPMorgan elevou o preço-alvo da Copel (CPLE3) para R$ 18, mantendo a recomendação de compra, devido ao risco limitado da companhia e sua capacidade de gerar bons dividendos, com potencial de retorno de 18%.
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28/04 às 13:13
Pontos principais
- JPMorgan manteve a recomendação 'overweight' (compra) para a Copel (CPLE3) e elevou o preço-alvo de R$ 15,10 para R$ 18.
- O novo preço-alvo representa um potencial de retorno de 18% e uma taxa interna de retorno (TIR) real de 10,5%.
- O banco destaca a preferência por empresas com cenários de risco controlados, como a Copel, que tem impacto limitado em cenários adversos.
- A Copel pode manter dividendos acima de 5% entre 2026 e 2029, superando o desempenho do setor com alta de 35% no ano e 80% em 12 meses.
- A empresa negocia a cerca de 1,4 vez EV/RAB projetado para 2026 e 16 vezes lucro, com crescimento médio anual de lucro por ação de 11% em cinco anos.
- Fatores como o desempenho no leilão de capacidade, preços firmes de energia no Brasil e novos projetos hidrelétricos foram incorporados na revisão do preço-alvo.
- As projeções do JPMorgan para 2026 a 2030 são ligeiramente mais conservadoras que o consenso, refletindo premissas para preços de energia no longo prazo.
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