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Conselheiro de Trump reconhece possíveis falhas em 'protocolo' no caso de enfermeiro morto por agentes de imigração

28 de janeiro, 2026 às 02:04
G1 Mundo

Resumo

Stephen Miller, conselheiro de Donald Trump, reconheceu possíveis falhas de protocolo na morte do enfermeiro Alex Pretti por agentes de imigração, levando a uma mudança de postura de Trump e sua administração sobre as operações anti-imigração.

Pontos principais

  • Stephen Miller, conselheiro de Trump, admitiu que a morte do enfermeiro Alex Pretti pode ter resultado de falhas de protocolo por agentes federais.
  • Alex Pretti, 37 anos, foi morto por agentes da Patrulha de Fronteira em Minneapolis, gerando repercussão mundial.
  • A administração Trump, inicialmente defensora das operações, mudou o discurso após protestos e alertas de líderes republicanos sobre perda de apoio popular.
  • O Wall Street Journal reportou que a morte de Pretti e a violência das ações do ICE representavam um risco político elevado para Trump.
  • Trump passou a pedir colaboração com autoridades locais e reduziu o número de agentes federais em Minneapolis.
  • Gregory Bovino, comandante da operação, foi realocado, e Tom Homan, o "czar da fronteira", assumiu o comando com uma abordagem mais tradicional.
  • Trump expressou condolências à família de Pretti e afirmou que acompanharia a investigação, mudando o tom para "reduzir a tensão" nas operações anti-imigração.

Entidades mencionadas

Pessoas
Stephen Miller (conselheiro de Donald Trump)
Alex Pretti (enfermeiro)
Donald Trump (presidente dos EUA)
Lindsey Graham (senador republicano)
Tim Walz (governador de Minnesota)
Jacob Frey (prefeito de Minneapolis)
Kamala Harris
Gregory Bovino (comandante da Patrulha de Fronteira)
Tom Homan (czar da fronteira de Trump)
Organizações
Patrulha de Fronteira
Customs and Border Protection (CBP)
Serviço de Imigração e Alfândega (ICE)
Partido Republicano
Casa Branca
Wall Street Journal
Reuters
France-Presse
Lugares
Minneapolis
Minnesota
Califórnia
EUA