Comunicar a ciência é também construir confiança no futuro
O artigo destaca a importância da comunicação científica para construir confiança no futuro, conectando instituições, tecnologia e sociedade, com foco no papel do Rio de Janeiro e iniciativas como o Maravalley.
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28/04 às 17:00
Pontos principais
- A comunicação científica é crucial para transformar conhecimento em vida pública e construir confiança, especialmente em um mundo complexo com IA e crises sanitárias.
- A proximidade da ciência com a sociedade exige linguagem, mediação e comunicação eficazes, não sendo um processo automático.
- A comunicação não deve ser um acessório da inovação, mas uma infraestrutura fundamental para gerar confiança, especialmente em áreas como a saúde.
- O Rio de Janeiro tem potencial para diversificar sua economia, usando ciência, tecnologia e inovação como vetores de desenvolvimento, além do turismo e óleo e gás.
- O Maravalley atua como um hub relacional, conectando academia, startups, investidores e governo para fomentar a inovação e o ecossistema local.
- A colaboração entre instituições como Fiocruz, MAR e a Prefeitura é essencial para organizar a potência criativa do Rio e construir um futuro promissor.
- Comunicar a ciência é construir confiança, e essa confiança é edificada através de presença, escuta, dados e continuidade, transformando a cidade em um projeto coeso.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Rodrigo Santiago (comunicador especialista em narrativas de tecnologia e futuro e relações públicas do Maravalley)Tania Araújo-Jorge (diretora do IOC/Fiocruz)Elika Takimoto (Comissão de Ciência e Tecnologia da ALERJ)Gabriel Medina (secretário municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação)Marcelo Velloso (diretor executivo do MAR)
Organizações
MaravalleyFiocruzInstituto Oswaldo Cruz (IOC)ALERJ (Comissão de Ciência e Tecnologia)Prefeitura do Rio de JaneiroStanford (AI Index)IMPACBPFParque Tecnológico da UFRJMuseu de Arte do Rio (MAR)
Lugares
Rio de JaneiroManguinhos

