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Como militar dos EUA envolvido na captura de Maduro tentou esconder R$ 2 milhões que lucrou em aposta

Um sargento das forças especiais dos EUA foi preso por lucrar R$ 2 milhões em apostas sobre a destituição de Nicolás Maduro, usando informações confidenciais e tentando ocultar os ganhos através de criptomoedas.

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25/04 às 04:01

Pontos principais

  • O sargento Gannon Ken Van Dyke foi preso por lucrar mais de US$ 400 mil (R$ 2 milhões) em apostas na plataforma Polymarket sobre a destituição de Nicolás Maduro.
  • Ele fez 13 apostas entre 27 de dezembro e 2 de janeiro, totalizando US$ 33 mil, possivelmente para pulverizar os valores e evitar suspeitas.
  • Após a captura de Maduro, o militar transferiu os lucros para uma carteira de criptomoedas no exterior e depois para uma conta em corretora online, numa tentativa de dificultar o rastreamento.
  • Van Dyke tentou ocultar sua identidade, pedindo a exclusão da conta na plataforma e alterando o e-mail vinculado à carteira de criptomoedas.
  • A movimentação atípica gerou uma investigação que culminou na sua detenção por uso de dados sigilosos para ganhos financeiros.
  • O sargento enfrenta três acusações de violação da Lei de Bolsa de Mercadorias, fraude eletrônica e transação monetária ilegal, com penas que podem somar décadas de prisão.
  • O procurador-geral interino do FBI, Todd Blanche, destacou que militares são proibidos de usar informações confidenciais para vantagem financeira pessoal.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Gannon Ken Van Dyke (sargento das forças especiais dos EUA)Nicolás Maduro (líder venezuelano)Todd Blanche (procurador-geral interino do FBI)Donald Trump (presidente dos Estados Unidos)

Organizações

Departamento de Justiça norte-americanoPolymarketFBI

Lugares

EUAVenezuela