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Com novos ajustes, governo vai turbinar Minha Casa, Minha Vida e o setor imobiliário

O governo federal planeja novos ajustes no programa Minha Casa, Minha Vida para impulsionar o setor imobiliário e ampliar o acesso à moradia, especialmente em ano eleitoral, com o objetivo de atingir a meta de 3 milhões de unidades contratadas.

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28/03 às 09:36

Pontos principais

  • O programa Minha Casa, Minha Vida passará por novas atualizações para impulsionar o setor imobiliário e atender mais famílias.
  • As mudanças visam aumentar o poder de compra das famílias e permitir que construtoras ampliem lançamentos e vendas.
  • A atualização das regras foi proposta pelo Ministério das Cidades e será aprovada pelo Conselho Curador do FGTS.
  • Analistas veem uma mudança na postura do governo, com ajustes mais frequentes para evitar a defasagem do programa.
  • A meta de contratações do programa foi elevada de 2 milhões para 3 milhões de unidades.
  • Empresas como Cury e MRV esperam ampliar lançamentos e vendas em 2026 devido às condições favoráveis.
  • Os ajustes periódicos são considerados essenciais para evitar a deterioração das condições de contratação em um país com inflação relevante.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Luiz Inácio Lula da Silva (presidente da República)Gustavo Cambauva (analista de mercado imobiliário do BTG Pactual)Leonardo Mesquita (copresidente da Cury)Fanny Oreng (analista de construção do Santander)Ana Maria Castelo (coordenadora de estudos da construção da Fundação Getulio Vargas)

Organizações

Ministério das CidadesGrupo de Apoio Permanente (GAP)Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)Conselho Curador do FGTSBTG PactualCuryMRVSantanderFundação Getulio Vargas (FGV)Sindicato da Habitação (Secovi-SP)Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC)Grupo Estado

Lugares

BrasíliaSão Paulo