Colossal Biosciences revela nova espécie para "desextinção": o antílope-azul
A Colossal Biosciences, conhecida por tentar reviver o mamute-lanoso e o dodô, anunciou que seu próximo alvo de "desextinção" é o antílope-azul, com o objetivo de um nascimento em 2028 e esforços de repovoamento na África do Sul.
|
30/04 às 09:00
Pontos principais
- A Colossal Biosciences revelou o antílope-azul como a sexta espécie em seu portfólio de "desextinção".
- O antílope-azul, extinto há mais de dois séculos, era nativo da África do Sul e é o próximo foco da empresa após o mamute-lanoso e o dodô.
- O CEO Ben Lamm afirmou que a empresa obteve e mapeou o DNA do antílope-azul, e está na fase final de edição genômica.
- A Colossal Biosciences visa um nascimento do antílope-azul por meio de uma barriga de aluguel em 2028, após um período de gestação de nove meses.
- O objetivo final é o repovoamento em habitats nativos, com o apoio de grupos de conservação sul-africanos.
- O projeto do mamute-lanoso também está progredindo, com a transferência de embriões para elefantes prevista em breve.
- Críticos questionam a autenticidade das espécies "revividas" e os riscos ecológicos dos esforços de desextinção.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Ben Lamm (CEO da Colossal Biosciences)Paul Ehrlich (Centro de Biologia da Conservação da Yale School of Environment)Anne Ehrlich (Centro de Biologia da Conservação da Yale School of Environment)
Organizações
Colossal BiosciencesAxiosYale School of Environment's Center for Conservation Biology
Lugares
África do SulParque Nacional Kruger

