CIO da Pimco vê risco de alta de juros pelo Fed por causa da guerra no Irã
O CIO da Pimco alerta que a guerra no Irã e a alta nos preços de energia podem forçar o Federal Reserve a elevar os juros em vez de cortá-los para conter a inflação.
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10/05 às 14:29
Pontos principais
- A disparada nos preços de energia, causada pelo fechamento do Estreito de Ormuz, pressiona a inflação nos EUA.
- Dan Ivascyn, da Pimco, sugere que cortes de juros seriam contraproducentes diante da incerteza econômica atual.
- O Goldman Sachs revisou suas projeções e agora espera que o Fed adie os próximos cortes de juros para o final de 2026 e início de 2027.
- Dirigentes do Fed demonstraram divergências internas sobre a política monetária, com quatro votos contrários ao último comunicado.
- O presidente Donald Trump mantém pressão pública sobre o banco central americano para que reduza as taxas de juros.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Dan Ivascyn (CIO da Pimco)Jenny Johnson (Presidente-executiva da Franklin Templeton)Lorie Logan (Presidente regional do Fed)Neel Kashkari (Presidente regional do Fed)Beth Hammack (Presidente regional do Fed)Donald Trump (Presidente dos EUA)
Organizações
PimcoFederal ReserveFinancial TimesFranklin TempletonGoldman Sachs
Lugares
EUAIrãEstreito de OrmuzEuropaReino UnidoJapão

