Brasileira processa empresa do youtuber MrBeast por assédio; veja as principais acusações
Uma brasileira está processando as empresas do youtuber MrBeast nos Estados Unidos por assédio sexual e moral, além de irregularidades trabalhistas, incluindo violação da licença-maternidade e retaliação após denúncia interna.
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23/04 às 09:39
Pontos principais
- Lorrayne Mavromatis acusa as empresas de MrBeast de assédio sexual e moral, além de irregularidades trabalhistas, em processo nos EUA.
- A denúncia inclui violação da Lei de Licença Familiar e Médica (FMLA), com exigência de trabalho durante a licença-maternidade e demissão após o retorno.
- O ambiente de trabalho é descrito como um "clube do Bolinha", com tratamento desigual e episódios humilhantes, como a obrigação de buscar cerveja para MrBeast.
- O ex-CEO, James Warren, é acusado de comentários inapropriados e de sugerir que a funcionária deveria se sentir "honrada" por avanços indesejados de um cliente.
- Após queixa interna, Lorrayne afirma ter sofrido retaliação, incluindo rebaixamento de cargo e isolamento profissional.
- O processo cita um guia interno das empresas com diretrizes problemáticas, como "É normal que os meninos sejam infantis" e "Não não significa não".
- A brasileira pede indenizações por sofrimento emocional, salários e benefícios perdidos, reintegração ao cargo e reconhecimento judicial de violação de leis trabalhistas.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Lorrayne MavromatisJimmy Donaldson (MrBeast)James Warren (ex-CEO da empresa)
Organizações
MrBeast ProductionComissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego (EEOC)
Lugares
Estados UnidosCarolina do NorteGreenvilleBrasil

