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Artesãs de Itapetininga transformam matéria-prima da natureza em joias biodegradáveis

Artesãs de Itapetininga, no distrito de Gramadinho, transformam sementes e cascas coletadas na natureza em biojoias biodegradáveis, promovendo sustentabilidade e gerando renda através de capacitação do Senar.

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22/03 às 07:30

Pontos principais

  • Artesãs de Itapetininga (SP) criam biojoias a partir de sementes e cascas, como a "pérola negra" e Leucena.
  • Os materiais são coletados em caminhadas por áreas rurais e passam por tratamento antifúngico e secagem.
  • Deise Almeida, ex-merendeira, aprendeu a técnica em um curso do Senar e se apaixonou pelo artesanato.
  • As biojoias também podem ter função de proteção, usando plantas como alecrim e arruda, e cascas de coco e jatobá.
  • Ione Berta destaca a sustentabilidade do trabalho, pois as peças são biodegradáveis e podem ser reaproveitadas.
  • Atualmente, 54 mulheres integram uma cooperativa, recebendo capacitação em produção e empreendedorismo.
  • Bruno Galvão, do Senar, ressalta que a iniciativa fomenta a economia criativa e a renda fixa para as mulheres.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Deise Almeida (artesã)Ione Berta (artesã)Bruno Galvão (coordenador do Senar em Itapetininga)

Organizações

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar)Sindicato RuralTV TEM

Lugares

Itapetininga (SP)Gramadinho