Após leilão histórico de energia, como ficam Eneva e Copel? Bancos revisam projeções
Após um leilão histórico de reserva de capacidade no setor elétrico brasileiro, bancos como BBI e Goldman Sachs revisam suas projeções e preços-alvo para Eneva e Copel, destacando o potencial de valorização das ações devido aos novos contratos e investimentos.
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24/03 às 06:25
Pontos principais
- O Brasil realizou o maior leilão de reserva de capacidade (LRCAP) da história, negociando 19 GW em contratos para usinas termelétricas e hidrelétricas.
- Eneva (ENEV3) e Copel (CPLE3) foram as principais beneficiárias do leilão, com a Eneva planejando R$ 18,2 bilhões em investimentos em termelétricas a gás.
- O BBI revisou o valor justo da Eneva para R$ 32,00/ação, com potencial de valorização de 26%, considerando a possibilidade de isenção tributária e ajustes no capex.
- O Goldman Sachs elevou o preço-alvo da Eneva de R$ 25 para R$ 30, mantendo a recomendação de compra devido ao portfólio de geração flexível da empresa.
- A Copel contratou 1,86 GW em projetos hidrelétricos greenfield, com geração de valor estimada em R$ 5,7 bilhões, levando o Goldman a aumentar seu preço-alvo para R$ 17.
- Ambos os bancos mantêm recomendação de compra para as ações de Eneva e Copel, citando o potencial de crescimento e retorno robusto.
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