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Acordo Mercosul-UE pode aumentar exportações brasileiras em 13%, diz Alckmin

O vice-presidente Geraldo Alckmin projeta um aumento de 13% nas exportações brasileiras com a plena implementação do acordo Mercosul-UE até 2038, destacando a entrada em vigor parcial em 1º de maio e a expectativa de novos acordos comerciais e expansão do Mercosul.

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23/04 às 07:37

Pontos principais

  • O governo brasileiro espera um aumento de 13% nas exportações com o acordo Mercosul-UE totalmente em prática até 2038, com 26% de ganho para o setor industrial.
  • A partir de 1º de maio, cerca de 5 mil produtos terão impostos zerados, marcando a entrada em vigor provisória do acordo.
  • Setores como frutas, açúcar, carne bovina e de frango, e maquinário podem ter impactos imediatos.
  • O comércio atual entre Brasil e UE é de US$100 bilhões, com um leve superávit europeu.
  • Estudos da Apex e Ipea preveem um incremento de até US$1 bilhão na balança comercial e um aumento de 0,46% no PIB brasileiro até 2040.
  • Alckmin mencionou que o Mercosul busca novos acordos com Emirados Árabes Unidos e Canadá, e pode expandir com a adesão da Bolívia e interesse da Colômbia, além de uma possível reavaliação da suspensão da Venezuela.
  • O Brasil também busca avanços nas negociações comerciais com os Estados Unidos, enfrentando tarifas em setores como aço, alumínio e cobre, e investigações sob a seção 301 da lei de comércio norte-americana.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Geraldo Alckmin (vice-presidente)Lula (presidente)Donald Trump (presidente)

Organizações

MercosulUnião Europeia (UE)Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex)Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)EftaSuprema Corte norte-americana

Lugares

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