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Acordo Mercosul-UE pode aumentar exportações brasileiras em 13%, diz Alckmin

O vice-presidente Geraldo Alckmin estima que o acordo Mercosul-UE pode impulsionar as exportações brasileiras em 13% até 2038, com a entrada em vigor parcial do tratado em 1º de maio, apesar de desafios e negociações contínuas com outros parceiros comerciais.

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23/04 às 07:18

Pontos principais

  • O governo brasileiro prevê um aumento de 13% nas exportações do país até 2038 com a plena implementação do acordo Mercosul-UE.
  • A partir de 1º de maio, cerca de 5 mil produtos terão imposto zerado, marcando o início provisório do acordo.
  • O setor industrial brasileiro pode ter um ganho de 26% nas exportações com o tratado.
  • O comércio atual entre Brasil e UE movimenta US$100 bilhões, com um leve superávit europeu.
  • Estudos da Apex e Ipea indicam incrementos significativos na balança comercial e no PIB brasileiro.
  • O acordo inclui salvaguardas recíprocas que permitem a suspensão temporária de importações em caso de picos.
  • O Brasil busca avanços comerciais com os Estados Unidos e o Mercosul explora novos acordos com países como Emirados Árabes Unidos e Canadá, além de possíveis expansões do bloco.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Geraldo Alckmin (vice-presidente e ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio)Lula (presidente)Trump (presidente)

Organizações

MercosulUnião Europeia (UE)Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex)Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)Tribunal de Justiça europeuEfta (Associação Europeia de Livre Comércio)

Lugares

BrasilFrançaCingapuraSuíçaNoruegaLiechtensteinIslândiaEmirados Árabes UnidosCanadáBolíviaColômbiaVenezuelaEstados UnidosWashingtonChina