A boa literatura contém rios e fragrâncias, diz Nobel da China
O escritor chinês e Nobel de Literatura Mo Yan participou do Fórum Unesp 50 anos, onde discutiu a importância da oralidade, do realismo fantástico e da natureza em sua obra literária.
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13/05 às 15:20
Pontos principais
- Mo Yan explicou que seu pseudônimo, que significa 'não falar', foi uma forma de preservar sua riqueza interior durante a juventude.
- O autor destacou que rios e florestas são elementos centrais em seus livros, funcionando como metáforas para a passagem do tempo.
- O escritor defendeu que o realismo fantástico é mais eficaz do que o realismo fiel para refletir conflitos da vida real.
- Mo Yan comentou que a tecnologia e as novas formas de representação artística permitem que mais pessoas registrem suas próprias histórias.
- O evento na Unesp também contou com a presença de renomados escritores brasileiros como Milton Hatoum e Ailton Krenak.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Mo Yan (Escritor)Manuel da Costa Pinto (Jornalista e crítico literário)William Faulkner (Romancista)Gabriel Garcia Márquez (Romancista)Milton Hatoum (Escritor)Ailton Krenak (Escritor)Ana Maria Machado (Escritora)Liang Xiaosheng (Escritor)Chen Chuncheng (Escritor)Chen Cang (Escritor)Suonan Cairang (Escritor)Dongxia Qingqing (Escritor)Yang Zhihan (Escritor)Wu Zhiliang (Escritor)Zhai Yongming (Escritor)Yao Feng (Escritor)
Organizações
UnespEditora da Universidade Estadual PaulistaCompanhia das LetrasCosac NaifyFundação Editora UnespRenmin Wenxue
Lugares
ChinaBrasilPing'anGaomiShandong

