A aposta de US$ 60 bilhões da Disney na única coisa que a IA não consegue substituir
A Disney, sob a liderança de Josh D’Amaro, aposta US$ 60 bilhões em experiências físicas, como parques temáticos, para enfrentar a ameaça da inteligência artificial, espelhando a estratégia de Walt Disney ao diversificar para a televisão e a Disneylândia na década de 1950.
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05/05 às 05:00
Pontos principais
- A Disney investirá US$ 60 bilhões em parques, cruzeiros e resorts na próxima década, incluindo um novo destino em Abu Dhabi.
- Josh D’Amaro, o atual CEO, enfrenta uma crise existencial similar à de Walt Disney com a televisão, agora com a inteligência artificial.
- Na década de 1950, Walt Disney abraçou a televisão e criou a Disneylândia como tábua de salvação para o estúdio, que sofria com a queda de público nos cinemas.
- A estratégia de Walt Disney foi diversificar para setores de crescimento rápido e criar um ecossistema onde TV e parque se promoviam mutuamente.
- A lição histórica sugere que, quando a tecnologia transforma conteúdo em commodity, empresas que investem em experiências físicas insubstituíveis sobrevivem.
- A escolha de D’Amaro, um executivo de parques temáticos, indica que as experiências físicas serão o novo centro de gravidade da empresa.
- A questão é se o investimento será guiado pela filosofia de criar experiências insubstituíveis ou pela lógica de monetização que dominou os parques recentemente.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Walt Disney (CEO da Disney)Josh D’Amaro (CEO da Disney)Ed Schott (Coney Island de Cincinnati)Bob Iger (CEO de saída da Disney)Bob Chapek (ex-CEO da Disney)
Organizações
DisneyABCStanford Research InstituteNational Association of Amusement Parks, Pools and BeachesBillboardWalt Disney ProductionsWalt Disney CompanyFortune.comFortune Media IP Limited
Lugares
HollywoodCincinnatiAbu Dhabi

