As investigações surgiram a partir da operação Rent a Car, deflagrada em dezembro de 2024, que mirou assessores dos deputados. Análises de mensagens de celular, depoimentos e quebras de sigilo revelaram indícios de desvio de verbas da cota parlamentar, verba destinada a despesas do mandato como passagens, hospedagens e aluguéis de veículos. A PF aponta uso de empresas de fachada, como Harue Locação de Veículos LTDA ME e Amazon Serviços e Construções LTDA, com participação de assessores comissionados. Recursos foram sacados e depositados de forma fracionada (smurfing), totalizando movimentações suspeitas de R$ 27 milhões entre 2023 e 2024 por assessores do PL. Em 19 de dezembro de 2025, a operação Galho Fraco cumpriu sete mandados de busca e apreensão no DF e RJ, autorizados pelo ministro Flávio Dino do STF, com quebra de sigilos bancário e fiscal. Foram apreendidos cerca de R$ 400-470 mil em espécie em endereço ligado a Sóstenes. Jordy publicou nota e vídeo negando crimes, afirmando usar a empresa desde 2019 e criticando a ação como intimidação contra opositores que investigam desvios no INSS.