O Irã teria empregado um satélite espião chinês, o TEE-01B, para auxiliar em ataques contra bases militares dos Estados Unidos no Oriente Médio. A informação foi divulgada pelo jornal britânico Financial Times, citando documentos militares iranianos vazados, indicando que o equipamento foi adquirido secretamente em 2024 pela Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária iraniana por cerca de US$ 36,6 milhões. O satélite, construído e lançado pela empresa chinesa Earth Eye Co., teria fornecido imagens cruciais para os ataques retaliatórios iranianos, que ocorrem desde fevereiro. A infraestrutura terrestre de controle foi fornecida pela Emposat, uma empresa de Pequim com supostos laços com o Exército de Libertação Popular chinês.
Comandantes iranianos teriam utilizado o satélite, que possui capacidade de imagem de alta resolução (meio metro), para monitorar instalações militares dos EUA, capturando imagens e coordenadas antes e depois das ofensivas. O satélite teria captado imagens de bases como a Príncipe Sultan na Arábia Saudita e instalações na Jordânia, Bahrein e Iraque. O presidente Donald Trump confirmou que aeronaves dos EUA na Base Aérea Prince Sultan, na Arábia Saudita, foram atingidas em março. A China, aliada do Irã, negou as acusações, classificando-as como desinformação especulativa e "pura fabricação", e ameaçou retaliação caso os EUA imponham tarifas.
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