Ministério da Saúde libanês contabiliza 890 feridos; Netanyahu e Trump afirmam que cessar-fogo EUA-Irã não cobre o Líbano.
Ataques israelenses mataram ao menos 182 pessoas no Líbano na quarta-feira, segundo o Ministério da Saúde libanês, com outras 890 feridas — o dia mais letal no front libanês desde o início da guerra em 28 de fevereiro. Os ataques atingiram áreas comerciais e residenciais em Beirute, incluindo o centro da cidade sem aviso prévio; as IDF emitiram múltiplos alertas de evacuação para Tiro e para todos os residentes dos subúrbios ao sul de Beirute. Ao todo, a ofensiva israelense já matou pelo menos 1.500 pessoas e deslocou 1,2 milhão desde que o Hezbollah entrou no conflito.
O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, condenou os bombardeios em linguagem inusitadamente forte, afirmando estar 'profundamente alarmado com o aumento de vítimas civis' e que os ataques oferecem 'um risco grave ao cessar-fogo'. Netanyahu e Trump afirmaram que o cessar-fogo EUA-Irã não cobre o Líbano, enquanto o chanceler iraniano Araghchi insiste que encerrar a guerra libanesa faz parte do acordo.
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