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Trump reaviva controvérsia sobre base de Guantánamo e relação com Cuba

A base naval de Guantánamo, alugada pelos EUA desde 1898, volta ao centro das discussões após ações e declarações recentes do presidente Donald Trump.

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Foto: G1 Mundo
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05/04 às 06:01

Pontos principais

  • Os EUA pagam um valor simbólico pelo aluguel da Baía de Guantánamo, território cubano, desde 1898.
  • A ocupação começou após a ajuda dos EUA na independência de Cuba da Espanha, transformando Cuba em um protetorado americano.
  • Fidel Castro recusou-se a descontar os cheques de aluguel após 1959, mantendo o impasse sobre a base.
  • Guantánamo ganhou notoriedade como prisão militar para suspeitos de terrorismo após os ataques de 11 de setembro.
  • Recentemente, Donald Trump enviou imigrantes para detenção em Guantánamo e sugeriu que os EUA poderiam "tomar Cuba".

A base naval de Guantánamo, um território cubano do tamanho de Paris, tem sido alugada pelos Estados Unidos desde 1898 por um valor simbólico. A ocupação teve início após a intervenção americana na independência de Cuba da Espanha, resultando em um acordo que estabeleceu Cuba como um protetorado dos EUA. Após a Revolução Cubana de 1959, Fidel Castro recusou-se a aceitar os pagamentos de aluguel, consolidando um impasse que perdura até hoje.

A base ganhou notoriedade internacional após os ataques de 11 de setembro, quando foi utilizada como prisão militar para suspeitos de terrorismo, sem julgamento formal. Críticos veem Guantánamo como um símbolo de abuso de poder americano e uma afronta à soberania cubana. Recentemente, o presidente Donald Trump enviou imigrantes para detenção na base e fez declarações sugerindo que os EUA poderiam "tomar Cuba", reacendendo a controvérsia em torno do território.

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