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EUA: Histórico de Compras Territoriais e a Ambição de Trump pela Groenlândia

A intenção de Donald Trump de adquirir a Groenlândia ecoa a longa história de expansão territorial dos Estados Unidos por meio de compras estratégicas, desde a Louisiana até as Ilhas Virgens Americanas.

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Foto: G1 Mundo
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27/01 às 22:04 · atualizado há 5m

Pontos principais

  • Donald Trump manifestou interesse em comprar a Groenlândia, remetendo a políticas expansionistas históricas dos EUA.
  • A Doutrina Monroe e o controle territorial foram justificativas para a expansão americana.
  • A compra da Louisiana em 1803, da França, duplicou o território dos EUA.
  • A Cessão Mexicana (1848) e a Compra de Gadsden (1853) resultaram na aquisição de vastos territórios do México.
  • A compra do Alasca da Rússia em 1867 e das Ilhas Virgens Americanas da Dinamarca em 1917 foram as últimas grandes aquisições.

A recente ambição de Donald Trump de adquirir a Groenlândia ressalta um padrão histórico na política externa dos Estados Unidos: a expansão territorial por meio de compras. Desde a Doutrina Monroe, a necessidade de controle territorial impulsionou diversas aquisições que moldaram o mapa do país. A primeira grande compra foi a da Louisiana em 1803, que dobrou o tamanho dos EUA, seguida pela Cessão Mexicana em 1848 e a Compra de Gadsden em 1853, que adicionaram vastas regiões do sudoeste.

Outras aquisições notáveis incluem a compra do Alasca da Rússia em 1867, inicialmente vista com ceticismo, mas que se provou estratégica e rica em recursos. A última grande compra foi a das Ilhas Virgens Americanas da Dinamarca em 1917, por US$ 25 milhões, motivada por interesses estratégicos no Caribe. Esse histórico demonstra uma abordagem consistente dos EUA para garantir segurança e recursos através da expansão territorial.

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