Jorge Messias, indicado ao STF, enviou carta ao Senado defendendo a harmonia entre Poderes e citando sua origem evangélica, buscando apoio para sua aprovação.
Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), ampliou seu apoio na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, alcançando dez votos favoráveis. No entanto, ele ainda precisa de 14 votos para ter sua indicação aprovada na comissão. Para fortalecer sua candidatura, Messias enviou uma carta ao Senado Federal defendendo sua qualificação, a harmonia entre os Poderes e mencionando sua origem evangélica, além de valores como fé e família. A documentação protocolada inclui trabalhos sobre a participação de entidades religiosas em políticas públicas, um aceno à bancada evangélica no Senado.
A formalização de seu nome contrariou a cúpula do Senado e o senador Davi Alcolumbre, o que levou o Planalto a segurar o envio da mensagem presidencial para ganhar tempo e articular o apoio necessário e reduzir a rejeição. A indicação enfrenta forte resistência da oposição, com senadores do PL, Novo e Republicanos mantendo-se contrários. Após a aprovação na comissão, Messias precisará de 41 votos no plenário do Senado, em votação secreta, para ser confirmado como ministro do STF.
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