A expectativa de uma desaceleração no corte da taxa Selic deve gerar volatilidade nos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) de papel no curto prazo, embora o crédito imobiliário mantenha resiliência.
A previsão de uma queda mais lenta da taxa Selic, em comparação com as expectativas anteriores do mercado, está gerando volatilidade nos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) de papel no curto prazo. Fatores como conflitos geopolíticos e pressão sobre commodities no cenário global contribuem para a incerteza na política monetária. Apesar disso, especialistas como Brunno Bagnariolli, da JiveMauá, interpretam a correção nos preços dos FIIs como um "paredão falso", indicando novas oportunidades de entrada para investidores.
Gustavo Sung, da Suno Asset, projeta que o Banco Central continuará o ciclo de corte de juros, mas em um ritmo mais moderado, estimando a Selic em 12,5% até o final do ano. Mesmo diante de um cenário macroeconômico desafiador, o crédito imobiliário é visto como resiliente, sustentado por boas garantias e uma estrutura robusta, capaz de suportar oscilações. O mercado imobiliário já demonstrou capacidade de recuperação em crises anteriores, sugerindo que o impacto atual está mais ligado aos juros altos do que a problemas intrínsecos aos ativos.
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