Estudo da Conab e Dieese revela que trabalhadores paulistanos precisam dedicar mais tempo e porcentagem do salário mínimo para adquirir a cesta básica, liderando o ranking nacional.
Um estudo recente da Conab e do Dieese aponta que os trabalhadores de São Paulo necessitam dedicar 115 horas e 45 minutos de trabalho para adquirir a cesta básica, posicionando a capital paulista no topo do ranking nacional. Este tempo representa 56,88% do salário mínimo líquido, o maior comprometimento de renda entre as cidades analisadas. Rio de Janeiro e Florianópolis seguem com 112 horas e 14 minutos e 108 horas e 14 minutos, respectivamente.
Em contraste, Aracaju se destaca como a capital onde menos horas de trabalho são exigidas para a compra da cesta básica, com 76 horas e 23 minutos. A pesquisa também revela que, em média, 46,13% do salário mínimo líquido é destinado à compra de alimentos básicos nas 27 capitais pesquisadas. Para cobrir as despesas essenciais em fevereiro, o salário mínimo ideal deveria ser de R$ 7.164,94, um valor quatro vezes superior ao salário mínimo atual de R$ 1.621.
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