QatarEnergy em Ras Laffan — um terço da oferta global — está offline desde 2 de março; Coreia do Sul entra em alerta.
A planta de hélio da QatarEnergy em Ras Laffan — responsável por quase um terço da oferta global — está offline desde 2 de março após ataques de drones iranianos. A empresa declarou força maior em 4 de março, liberando-se de obrigações contratuais de fornecimento.
O consultor Phil Kornbluth alertou que, se a paralisação ultrapassar duas semanas, distribuidores serão forçados a realocar equipamentos criogênicos e revalidar relações com fornecedores — processo que leva meses. A Coreia do Sul, que importou 64,7% de seu hélio do Qatar em 2025, é o país mais exposto e abriu revisão de 14 itens críticos de suprimento. O hélio é essencial para resfriar wafers de silício durante a fabricação de chips e não possui substituto eficaz.
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