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Importações chinesas baratas ajudam a reduzir inflação na zona do euro, diz membro do BCE

Fabio Panetta, do BCE, destacou que as importações chinesas com preços baixos contribuíram significativamente para a queda da inflação na zona do euro, que atingiu 1,7% em janeiro.

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Foto: InfoMoney
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21/02 às 16:00

Pontos principais

  • Fabio Panetta, membro do BCE, afirmou que os riscos inflacionários na zona do euro são significativos em ambas as direções.
  • As importações chinesas baratas impulsionaram a queda da inflação na zona do euro, com aumento de 27% no volume e redução de 8% nos preços desde 2024.
  • A inflação anual na zona do euro recuou para 1,7% em janeiro, o menor nível em 16 meses e abaixo da meta de 2% do BCE.
  • Panetta ressaltou que o impacto desinflacionário das importações chinesas é visível e pode se intensificar nos próximos meses.
  • Novas projeções econômicas do BCE em março serão cruciais para futuras decisões de política monetária.

Fabio Panetta, membro do Banco Central Europeu (BCE), apontou que as importações de produtos chineses a preços mais baixos têm sido um fator crucial para a desaceleração da inflação na zona do euro. Desde 2024, o volume dessas importações cresceu 27%, enquanto seus preços caíram 8%, contribuindo para que a inflação anual na região atingisse 1,7% em janeiro, o menor patamar em 16 meses e abaixo da meta de 2% do BCE.

Panetta enfatizou que, embora os riscos inflacionários permaneçam significativos em ambas as direções, o impacto desinflacionário das importações chinesas é notável e pode se acentuar. As próximas projeções econômicas do BCE, a serem divulgadas em março, fornecerão dados adicionais para orientar as decisões de política monetária, que devem manter uma abordagem flexível e baseada em uma avaliação abrangente dos dados.

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